segunda-feira, 12 de outubro de 2009

google wave

Interessante ferramente, assim como no inicio de gmail, precisávamos ser convidados, este tb, uma excelente e rápida explicação inicial:



Sua funcionabilidade:



Vou aguardar alguém me habilitar para poder experimentar! Mas parece ser ótimo, isso lá parece.

sábado, 10 de outubro de 2009

Em 2005

Li no twitter hoje um bela dica postada pela @filhadarosa de como instalar no Moodle o GTalk , muito fácil e prático.
Divirto-me com o Moodle desde os idos 2003, e isto me fez lembrar de quando trabalhava no COGEAE da PUCSP no curso de extensão EAD na Prática, como professora semipresencial. Foram anos de tratar com respeito a educação virtual, professoras e coordenadoras encaravam na raça, na crença, na utopia, na teoria as metodologias que um curso de ensino superior deve ter.
Realizavamos tudo, colaborativamente. Produzíamos cada turma estimuladas pelo processo de ensino e aprendizagem, envolviamo-nos plenamente, anos bons de real educação para todos os atores ali envolvidos.
Um dos fóruns que criamos para debatermos sobre a inclusão digital na época era aberto a partir da reflexão do vídeo:




Lembro-me que os alunos-aprendentes, sujeitos ativos e, portanto, interativos coo deve-se exigir em educação digital trocavam as mais impressionantes articulações a respetio da proposta da mídia.

Ano passado, numa experiência frustante, na qual disponibilizei um laboratório digial de práticas educativas no Moodle para professores do local onde trabalho, um professor disse-me que o vídeo era ofensivo.

Gerações diferentes, necessidades adversas, contradições ou ...outras necessidades?

Digo outras necessidades pois em 2005 ainda falávamos em alfabetização digital, como se fosse o grande marco a ser tratado na aplicação das tecnologias digitais aplicadas à educação presencial.

Porém sabemos hoje que para além da alfabetização digital temos de desenvolver competências digitais para o uso consciente e crítico das TIC, já que seu uso relaciona-se diretamente ao pensamento crítico e lógico no que tange o tratar as informações de alto nível e da plena comunicação.

Que competências devem ser trabalhadas com nossos professores para o desenvolvimento das TIC no processo de ensino aprendizagem?

O Informe de Estandares das Competências em TIC para docentes da UNESCO  (Londres, 08/01/2008, fonte: Eduteka), nos remete a idéia de que o docente é a aquele que desempenha o papel mais importante en na tarefa de ajudar os estudantes a adquirir as capacidades de desenvolver-se plenamente para as necessidades do mundo digital.

Escolas e salas de aula devem contar com docentes que possuam as competencias e os recursos necessários em TIC.

E projeto que se desenvolve hoje em vários países da Europa e da América Latina assume três dimensões com o sentido evolutivo, desde as noções básicas de TIC, passando pela construção do conhecimento e a geração do conhecimento.


Numa leitura rápida em uma das  8 competências definidas n Lei Orgánica da Educação da LOE espanhola temos que a informação e a competência digital,

En síntesis, el tratamiento de la información y la competencia digital implican ser una persona autónoma, eficaz, responsable, crítica y reflexiva al seleccionar, tratar y utilizar la información y sus fuentes, así como las distintas herramientas tecnológicas, también tener una actitud crítica y reflexiva en la valoración de la información disponible, contrastándola cuando es necesario, y respetar las normas de conducta”.

Tais competências não se desenvolvem  em meses, há pesquisas internacionais, mostrando-nos que para desenvolvermos um professor preparado para o uso significativo das TIC em sala de aula são necessários em média 5 anos.



Mudanças bem-vindas

A apresentação de Jordi Adell da Universitat Jaume I, en Valencia, vale a pena ser vista, mesmo com 1:30min de duração.